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domingo, 23 de novembro de 2014
Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 finalmente chega aos cinemas. A saga mais querida da atualidade tem sua continuação muito esperada, com marketing muito bom (se comparado a vários outros filmes), criando uma expectativa enorme nos fãs, e o anseio por ação nos que pelo menos conhecem o início da história, afinal, tanto o primeiro, tanto o segundo filme, atrai o público justamente pelas cenas de ataques e mortes na arena. O terceiro não tem isso, ele é puramente psicológico.
Depois de desafiar a capital no final de Jogos Vorazes, e de parar o Massacre Quaternário antes de acabar no Em Chamas, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) consegue passar a todos os povos de vários distritos uma chama de rebelião. Antes todos sofriam por seus trabalhos exaustivos em seus lugares pobres, enquanto a Capital, um lugar rodeado de ricos e pessoas que se divertiam obrigando as pessoas se matarem, vivia mandando e comandando o que parecia uma ditadura, mas que eles denominavam como "coração pulsante".
Agora, tendo Katniss como exemplo e o tordo da revolução, todos querem desafiar a Capital, provocando greves e protestos, mas todos que faziam isso eram reprimidos por ataques, mortes e explosões. O filme fica nisso por um bom tempo.
A verdade é que a história anda muito lenta, focando apenas em mostrar o que aconteceu nos distritos, a euforia das pessoas e a reação da principal. E fica assim por mais de uma hora.
Não é fácil escrever uma crítica desse filme sem dar spoiler, mas elogio os efeitos especiais, que não deixaram a desejar. O figurino é praticamente macacões, mas se encaixa no contexto.
Ah, vale ressaltar que a guerra dos distritos com a Capital se baseiam praticamente em propagandas. O distrito 13 apoiando a revolução, e a Capital reprimindo, usando a TV para amolecer o coração das pessoas (e o 13 invadindo o sistema para transmitir sua mensagem) podendo utilizar qualquer um para conseguirem o que querem. Peeta (Josh Hutcherson) é a arma da Capital, assim como a Katniss é a arma dos distritos.
Como havia escrito, o filme quase não tem ação, e focar no lado psicológico tem seu lado ruim. Duas horas de filme foram demais, pois houveram cenas demoradas onde poderiam ser rápidas, e houveram cenas descartáveis. É melhor ter um filme que te prende e tem uma dinâmica interessante, do que ser tedioso até acontecer algo explosivo.
Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 não foi tão bom quanto os anteriores, não pelo fato de ter menos ação, mas por não ser tão impactante e conseguir enrolar em alguns momentos.
Jogos Vorazes e Jogos Vorazes: Em Chamas foram melhores, mas apesar disso foi um bom filme.
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Depois de desafiar a capital no final de Jogos Vorazes, e de parar o Massacre Quaternário antes de acabar no Em Chamas, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) consegue passar a todos os povos de vários distritos uma chama de rebelião. Antes todos sofriam por seus trabalhos exaustivos em seus lugares pobres, enquanto a Capital, um lugar rodeado de ricos e pessoas que se divertiam obrigando as pessoas se matarem, vivia mandando e comandando o que parecia uma ditadura, mas que eles denominavam como "coração pulsante".Agora, tendo Katniss como exemplo e o tordo da revolução, todos querem desafiar a Capital, provocando greves e protestos, mas todos que faziam isso eram reprimidos por ataques, mortes e explosões. O filme fica nisso por um bom tempo.
A verdade é que a história anda muito lenta, focando apenas em mostrar o que aconteceu nos distritos, a euforia das pessoas e a reação da principal. E fica assim por mais de uma hora.
Não é fácil escrever uma crítica desse filme sem dar spoiler, mas elogio os efeitos especiais, que não deixaram a desejar. O figurino é praticamente macacões, mas se encaixa no contexto.
Ah, vale ressaltar que a guerra dos distritos com a Capital se baseiam praticamente em propagandas. O distrito 13 apoiando a revolução, e a Capital reprimindo, usando a TV para amolecer o coração das pessoas (e o 13 invadindo o sistema para transmitir sua mensagem) podendo utilizar qualquer um para conseguirem o que querem. Peeta (Josh Hutcherson) é a arma da Capital, assim como a Katniss é a arma dos distritos.Como havia escrito, o filme quase não tem ação, e focar no lado psicológico tem seu lado ruim. Duas horas de filme foram demais, pois houveram cenas demoradas onde poderiam ser rápidas, e houveram cenas descartáveis. É melhor ter um filme que te prende e tem uma dinâmica interessante, do que ser tedioso até acontecer algo explosivo.
Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 não foi tão bom quanto os anteriores, não pelo fato de ter menos ação, mas por não ser tão impactante e conseguir enrolar em alguns momentos.
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domingo, 28 de setembro de 2014
Impossível juntar todo o
elenco de Os Mercenários 3 e dar errado. Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone,
Mel Gibson, Van Damme, Bruce Willis, Antonio Banderas, Ronda Rousey, Harisson
Ford e vários outros. Quase todos são veteranos em filmes de ação, fazendo um belo
trabalho. Dessa vez não foi diferente.
O filme começa com bastante ação, mas deixa isso de lado por
instantes para desenvolver a história, já que é necessário a entrada de pessoas
novas no grupo. A apresentação dos novos personagens são suficientemente boas.
Nesse filme há mais roteiro desenvolvido do que ação a todo
instante sem história como em alguns filmes de ação. Mas Os Mercenários 3
consegue, assim como os outros filmes da saga, envolver bom roteiro junto com
ação, apesar desse apresentar menos ação que os outros.
Barney acreditava que tinha matado Conrad Stonebanks, interpretado
pelo Mel Gibson, mas ele está mais vivo do que nunca. E há um duelo marcado
entre os dois.
Há um desentendimento entre os velhos mercenários e os novos integrantes. Há
também momentos engraçados (Antonio Banderas foi o melhor no quesito), forçados
e bacanas. Alguns efeitos deixaram a desejar, em alguns momentos as cenas pareciam
surreais.
Apesar de tudo, o filme é divertido. Não se pode reclamar da
atuação (impossível!), tampouco reclamar da história. O filme tem seu ar épico,
seus personagens bem feitos e escolhidos. Talvez o filme não seja melhor que o
seu anterior, mas consegue o posto de um dos melhores filmes de ação desta nova
geração.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Sinopse: Quando a inocente jovem Lucy (Scarlett Johansson) aceita transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.
Crítica rápida: Muita gente acredita que se usarmos mais um pouco da porcentagem do cérebro, conseguiríamos ter poderes sobrenaturais. É isso que o filme propõe: Scarlett Johansson em uma forma badass, sem dificuldade em fazer tudo o que quer, afinal, ao decorrer do tempo, ela vai usando mais porcentagem do cérebro, e mais coisas ela pode fazer, até mesmo ler a mente dos outros. O estranho e diferente é exatamente não ter alguém do nível dela, ela é a única que pode tudo. A questão do filme é: o que fazer com tal habilidade?
O filme é para quem gosta de ver muitos efeitos especiais, e uma grande ficção. Ele desafia a lógica, mas quem é que se propõe a falar que entende tudo sobre o cérebro e sua potência?
O filme começa ótimo, mas se perde um pouco no final. É um bom filme, com uma bela atuação da Scarlett e do Morgan Freeman. Recomendo para quem gosta de ação e que não se incomode com as teorias de qualquer ficção científica.
Para críticas, resenhas, histórias, concursos, campeonatos e muito mais, curta-nos no Facebook e siga-nos no Twitter.
Crítica rápida: Muita gente acredita que se usarmos mais um pouco da porcentagem do cérebro, conseguiríamos ter poderes sobrenaturais. É isso que o filme propõe: Scarlett Johansson em uma forma badass, sem dificuldade em fazer tudo o que quer, afinal, ao decorrer do tempo, ela vai usando mais porcentagem do cérebro, e mais coisas ela pode fazer, até mesmo ler a mente dos outros. O estranho e diferente é exatamente não ter alguém do nível dela, ela é a única que pode tudo. A questão do filme é: o que fazer com tal habilidade?
O filme é para quem gosta de ver muitos efeitos especiais, e uma grande ficção. Ele desafia a lógica, mas quem é que se propõe a falar que entende tudo sobre o cérebro e sua potência?
O filme começa ótimo, mas se perde um pouco no final. É um bom filme, com uma bela atuação da Scarlett e do Morgan Freeman. Recomendo para quem gosta de ação e que não se incomode com as teorias de qualquer ficção científica.
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terça-feira, 17 de junho de 2014
Por: Yann de Oliveira.
Sinopse: Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.
Crítica rápida: Godzilla, no próprio filme, parece não ser o protagonista. Suas cenas são deixadas apenas para o final. O desenvolver da história é lento, porém não o deixa ruim. As cenas de ação são poucas, deixando muito a desejar, inclusive algumas cenas que não tinham nexo.
Não achei um filme ruim, mas minhas expectativas não foram supridas, já que acabei vendo um filme diferente que eu pensava ser.
Há quem prefira o Godzilla antigo, onde a história era melhor, porém os efeitos especiais eram ruins comparados aos da atualidade.
Sinopse: Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.
Crítica rápida: Godzilla, no próprio filme, parece não ser o protagonista. Suas cenas são deixadas apenas para o final. O desenvolver da história é lento, porém não o deixa ruim. As cenas de ação são poucas, deixando muito a desejar, inclusive algumas cenas que não tinham nexo.
Não achei um filme ruim, mas minhas expectativas não foram supridas, já que acabei vendo um filme diferente que eu pensava ser.
Há quem prefira o Godzilla antigo, onde a história era melhor, porém os efeitos especiais eram ruins comparados aos da atualidade.
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
Por: Yann de Oliveira
Escrevo essa crítica em primeira pessoa pois não consigo expressar o que acho do filme como um crítico formal.
Sou muito fã do livro Divergente, que recebeu nota máxima em minha resenha aqui no blog. Se for para comparar o livro com o filme, digo que faltou muita coisa mas não tiro pontos por isso, pois essa crítica é para analisar somente o longa, mas mesmo assim assumo que o filme seria muito melhor se fosse um pouco mais fiel em sentido de brutalidade, ação (no filme tem bastante, mas deveria ter um pouco mais), profundidade e tensão.
O longa se passa em uma Chicago futurista dividida em cinco facções. Cada facção tem seu estilo, modo de vida e suas funções. Ao completar 16 anos todos devem passar por um teste de aptidão para saber qual facção a pessoa pertence, para que no dia da escolha, ela saiba o que fazer, podendo ou não escolher o que deu no resultado do teste. Beatrice (Shailene Woodley) não se encaixa somente em uma facção, tem aptidão à três. Ela é divergente.
Divergentes são raros e ameaçam o sistema por serem incontroláveis, enquanto forem considerados perigosos, serão caçados e mortos. Pelo menos é isso que a vilã Jeanine Matthews (Kate Winslet) mais deseja.
Beatrice vira Tris e escolhe uma facção que é encarregada de proteger a cidade e enfrentar perigos diariamente. A preocupação agora é passar pela iniciação e não virar uma sem-facção, e para isso terá que passar por testes físicos e mentais com o menor número de falhas possíveis, e o pior, demonstrar ser normal como todos os outros.
Em meio à trama, Tris conhece Quatro. Ele é responsável pelo treinamento dos transferidos e não é mistério para ninguém que isso ia acabar em um romance clichê, mas não tão irritante quanto outras adaptações que formam um par chato e atrapalham todo o resto do filme focando em um romance sem nexo. Não. O foco é justamente ver até onde o sistema vai para caçar divergentes.
Todos os fãs amaram o filme como se fosse a melhor adaptação do cinema até hoje. Eu não acho. Faltou suspense. O início do filme foi repleto de cenas importantes, mas apresentadas sem nenhuma cerimônia. Houve vários momentos chatos, que deveriam ser legais, mas o diretor Neil Burger não soube apresentar tais cenas com o envolvimento que merece. O que salvou o filme inteiro foi o final. Surpreendente e bem feito. Houve mudanças em relação ao livro, mas confesso que ficou melhor.
Senti falta de cenas chocantes. As mortes de Em Chamas tiveram um nível de drama um pouco superior. Senti falta também de certas explicações do sistema de facções, o que cada um faz, o que havia antes e outras que não é bom nem pensar.
Atuação geral mediana. Salva-se Shailene e Kate, com um nível superior ao resto do elenco.
Figurino minimalista e cenário pobre. Poderia ser melhor com um pouco mais de tecnologia, mas talvez isso seja proposital devido à guerra que resultou na divisão de facções. Mesmo assim o filme não parece tão futurista.
É mostrado o desenvolver da principal e sua personalidade com calma e simplicidade. Sua reações e emoções foram convincentes e entraram em harmonia com o que ocorria.
Apesar de tudo, o desenvolver do filme foi satisfatório. Fãs de franquias infantojuvenis vão gostar ou até amar o longa, mas quem busca um filme mais adulto terá o risco de sentir-se entediado.
Escrevo essa crítica em primeira pessoa pois não consigo expressar o que acho do filme como um crítico formal.
Sou muito fã do livro Divergente, que recebeu nota máxima em minha resenha aqui no blog. Se for para comparar o livro com o filme, digo que faltou muita coisa mas não tiro pontos por isso, pois essa crítica é para analisar somente o longa, mas mesmo assim assumo que o filme seria muito melhor se fosse um pouco mais fiel em sentido de brutalidade, ação (no filme tem bastante, mas deveria ter um pouco mais), profundidade e tensão.O longa se passa em uma Chicago futurista dividida em cinco facções. Cada facção tem seu estilo, modo de vida e suas funções. Ao completar 16 anos todos devem passar por um teste de aptidão para saber qual facção a pessoa pertence, para que no dia da escolha, ela saiba o que fazer, podendo ou não escolher o que deu no resultado do teste. Beatrice (Shailene Woodley) não se encaixa somente em uma facção, tem aptidão à três. Ela é divergente.
Divergentes são raros e ameaçam o sistema por serem incontroláveis, enquanto forem considerados perigosos, serão caçados e mortos. Pelo menos é isso que a vilã Jeanine Matthews (Kate Winslet) mais deseja.Beatrice vira Tris e escolhe uma facção que é encarregada de proteger a cidade e enfrentar perigos diariamente. A preocupação agora é passar pela iniciação e não virar uma sem-facção, e para isso terá que passar por testes físicos e mentais com o menor número de falhas possíveis, e o pior, demonstrar ser normal como todos os outros.
Em meio à trama, Tris conhece Quatro. Ele é responsável pelo treinamento dos transferidos e não é mistério para ninguém que isso ia acabar em um romance clichê, mas não tão irritante quanto outras adaptações que formam um par chato e atrapalham todo o resto do filme focando em um romance sem nexo. Não. O foco é justamente ver até onde o sistema vai para caçar divergentes.
Todos os fãs amaram o filme como se fosse a melhor adaptação do cinema até hoje. Eu não acho. Faltou suspense. O início do filme foi repleto de cenas importantes, mas apresentadas sem nenhuma cerimônia. Houve vários momentos chatos, que deveriam ser legais, mas o diretor Neil Burger não soube apresentar tais cenas com o envolvimento que merece. O que salvou o filme inteiro foi o final. Surpreendente e bem feito. Houve mudanças em relação ao livro, mas confesso que ficou melhor.
Senti falta de cenas chocantes. As mortes de Em Chamas tiveram um nível de drama um pouco superior. Senti falta também de certas explicações do sistema de facções, o que cada um faz, o que havia antes e outras que não é bom nem pensar.Atuação geral mediana. Salva-se Shailene e Kate, com um nível superior ao resto do elenco.
Figurino minimalista e cenário pobre. Poderia ser melhor com um pouco mais de tecnologia, mas talvez isso seja proposital devido à guerra que resultou na divisão de facções. Mesmo assim o filme não parece tão futurista.É mostrado o desenvolver da principal e sua personalidade com calma e simplicidade. Sua reações e emoções foram convincentes e entraram em harmonia com o que ocorria.
Apesar de tudo, o desenvolver do filme foi satisfatório. Fãs de franquias infantojuvenis vão gostar ou até amar o longa, mas quem busca um filme mais adulto terá o risco de sentir-se entediado.
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segunda-feira, 7 de abril de 2014
Por: Yann de Oliveira.

Desde o início, em Adão e Eva, a maldade começa com o fruto proibido. Logo depois vem Caim e seus descendentes, que infestam o mundo com maldade, crueldade e egoísmo. Não há esperanças. A solução
encontrada é um dilúvio que destrói tudo, salvando apenas os animais e uma família escolhida dentro de uma arca.
Não vá para o cinema querendo ver algo igual à Bíblia, pois não é. O filme deixa muitos furos, cenas desnecessárias e sem sentido e, depois de uma certa parte, com a mesma emoção de assistir uma novela das 9.
Noé recebe visões que deve construir uma arca e com isso, enfrenta deboches e, no filme, somente no filme, há um interesse de tomada da arca. Cena ótima, mas que deixa polêmicas por conta de ser deixado para trás milhares de vidas clamando por um lugar na arca.
A intenção é a Terra ficar limpa, longe de toda crueldade. Logo vêm a pergunta: Existe espaço para a humanidade? A decisão está nas mãos de Noé, que enfrenta uma dubiedade e um conflito interno junto com sua família devido a sua fé inabalável. Será?
Os efeitos especiais não é lá grandioso, mas não irrita. Poderia ter sido um pouco melhor.
Nota-se o avanço da atriz Emma Watson, que satisfez com sua atuação, e também Russel Crowe, nome de peso na história do cinema.
Noé não deixa de ser um filme bom, por mais que não consiga passar o tom épico prometido.

Desde o início, em Adão e Eva, a maldade começa com o fruto proibido. Logo depois vem Caim e seus descendentes, que infestam o mundo com maldade, crueldade e egoísmo. Não há esperanças. A solução
encontrada é um dilúvio que destrói tudo, salvando apenas os animais e uma família escolhida dentro de uma arca.
Não vá para o cinema querendo ver algo igual à Bíblia, pois não é. O filme deixa muitos furos, cenas desnecessárias e sem sentido e, depois de uma certa parte, com a mesma emoção de assistir uma novela das 9.
Noé recebe visões que deve construir uma arca e com isso, enfrenta deboches e, no filme, somente no filme, há um interesse de tomada da arca. Cena ótima, mas que deixa polêmicas por conta de ser deixado para trás milhares de vidas clamando por um lugar na arca.A intenção é a Terra ficar limpa, longe de toda crueldade. Logo vêm a pergunta: Existe espaço para a humanidade? A decisão está nas mãos de Noé, que enfrenta uma dubiedade e um conflito interno junto com sua família devido a sua fé inabalável. Será?
Os efeitos especiais não é lá grandioso, mas não irrita. Poderia ter sido um pouco melhor.
Nota-se o avanço da atriz Emma Watson, que satisfez com sua atuação, e também Russel Crowe, nome de peso na história do cinema.
Noé não deixa de ser um filme bom, por mais que não consiga passar o tom épico prometido.
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quinta-feira, 20 de março de 2014
Crítica escrita por: Yann de Oliveira.
O universo é gigantesco, e fora do planeta Terra tudo é possível.
Por mais que todas as máquinas e todos os procedimentos estejam confirmando a segurança de quem está lá, tudo pode acontecer. Uma prova disso é Gravidade.Alfonso Cuarón está de parabéns por dirigir esse filme e dar o ar de perfeição. Mesmo o espaço não tendo som, ele conseguiu passar o clima tenso o tempo inteiro. O filme não para um instante com toda aquela tensão, deixando o espectador vibrado, tentando decifrar o que ainda pode acontecer.

Três astronautas estão consertando o telescópio Hubble. Ainda no início do filme, um outro satélite é destruído por um míssil russo e os destroços voam em cima deles, vindo para destruir.Quando tudo parece estar ruim, piora. Sempre piora.
Mas tudo é lindo, as imagens da Terra vista de cima é perfeita. A sincronia das câmeras, do ator George Clooney e da atriz Sandra Bullock também são perfeitas.
O filme levou o Oscar de Melhor diretor, Melhor efeitos visuais, Melhor edição de som, Melhor mixagem de som, Melhor fotografia, Melhor edição e Melhor trilha sonora original. Todos merecidíssimos.
A calmaria do espaço transforma a tranquilidade em terror.Não é um filme superficial, frio e surreal como vários outros filmes que se passam fora da Terra. Pelo contrário. A qualidade das imagens e o estudo matemático de todas as possibilidades presentes no filme são espetaculares.
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domingo, 16 de março de 2014
Por: Yann de Oliveira.

Que a tecnologia avança a cada momento, todos já sabem, mas será que um dia ela chegará ao ponto de ter inteligência artificial? Será que um dia teremos máquinas com opiniões e sentimentos próprios?
Ela conta sobre um sistema operacional que consegue fazer tudo o que foi citado. Uma revolução nas máquinas que todos esperavam.
Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor de cartas e conhece o sistema operacional Samantha (Scarlett Johansson). A máquina conversa normalmente, tem opiniões próprias, ações que ela mesmo decide, tem a voz que ela quiser e forma amizades como humanos. Se apaixona como humanos. E é isso que acontece entre os dois principais.
A relação flui tão bem, que esquecemos que ela é somente uma máquina. E foi exatamente isso que o diretor Spike Jonze quis passar. Ele explora tudo o que uma relação normal faz. Envolve o ciúme, o distanciamento, o sentimento e até mesmo o sexo. Como isso é possível? É bem interessante descobrir.
Ela é um filme romântico. Apesar de acontecer no futuro, a única tecnologia que o longa é centrado é nos sistemas operacionais. Nada de exageros tecnológicos comuns em filmes futuristas.
É agradável conferir o avanço desse romance, mas para quem não gosta do gênero, é melhor nem ver. As duas horas de filme é um pouco cansativa.
Mas o filme em si é original, o que resultou a estatueta do Oscar no quesito Melhor Roteiro Original.
O longa deixa um reflexão de como estamos cada vez mais ligados às máquinas. A paixão de um homem com um sistema operacional é normal ou absurdo? Real ou surreal? Legal ou chatice? Será que é saudável?

Que a tecnologia avança a cada momento, todos já sabem, mas será que um dia ela chegará ao ponto de ter inteligência artificial? Será que um dia teremos máquinas com opiniões e sentimentos próprios?
Ela conta sobre um sistema operacional que consegue fazer tudo o que foi citado. Uma revolução nas máquinas que todos esperavam.
Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor de cartas e conhece o sistema operacional Samantha (Scarlett Johansson). A máquina conversa normalmente, tem opiniões próprias, ações que ela mesmo decide, tem a voz que ela quiser e forma amizades como humanos. Se apaixona como humanos. E é isso que acontece entre os dois principais.A relação flui tão bem, que esquecemos que ela é somente uma máquina. E foi exatamente isso que o diretor Spike Jonze quis passar. Ele explora tudo o que uma relação normal faz. Envolve o ciúme, o distanciamento, o sentimento e até mesmo o sexo. Como isso é possível? É bem interessante descobrir.
Ela é um filme romântico. Apesar de acontecer no futuro, a única tecnologia que o longa é centrado é nos sistemas operacionais. Nada de exageros tecnológicos comuns em filmes futuristas.
É agradável conferir o avanço desse romance, mas para quem não gosta do gênero, é melhor nem ver. As duas horas de filme é um pouco cansativa.
Mas o filme em si é original, o que resultou a estatueta do Oscar no quesito Melhor Roteiro Original.
O longa deixa um reflexão de como estamos cada vez mais ligados às máquinas. A paixão de um homem com um sistema operacional é normal ou absurdo? Real ou surreal? Legal ou chatice? Será que é saudável?
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quinta-feira, 6 de março de 2014
Crítica escrita por: Yann de Oliveira.
Antes de começar a crítica, quero esclarecer que o filme é muito bom e quase não consegui encontrar palavras para resumi-lo sem spoilers. Mas estou aqui, na minha tentativa quase frustada de oferecer uma crítica perfeita para um filme perfeito.

Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine).
Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy).
Devido aos acontecimentos, tudo indica que é mais que o suficiente para que Batman volte à ação, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos.
Após o drama de O Cavaleiro das Trevas, o filme voltou a surpreender à todos com o mesmo nível de ação e uma trama espetacular em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
Chegou a hora de dar adeus à trilogia de Christopher Nolan.
As expectativas foram ao máximo, já que o filme era muito esperado por causa do final do anterior, que deixou todos ansiosos. Mas estas expectativas foram supridas. Um final perfeito para a saga perfeita.
A trilha sonora épica também ajudou os 164 minutos de filme passarem rapidamente, e o drama feito na mixagem de som ajudou ainda mais. Talvez não haveria tanto tom épico se não fosse pelo som dramatizado por Hans Zimmer.
O filme tem seu novo vilão: Bane. Cruel e inevitável, já que tudo o que ele quer é guerra. E não, o vilão não deixou a desejar. Surpreendeu.
Indicado a vários prêmios e com ações solidárias em meio à desastres, toda a trilogia valeu à pena. Ainda vale.
Antes de começar a crítica, quero esclarecer que o filme é muito bom e quase não consegui encontrar palavras para resumi-lo sem spoilers. Mas estou aqui, na minha tentativa quase frustada de oferecer uma crítica perfeita para um filme perfeito. 
Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine).
Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy).Devido aos acontecimentos, tudo indica que é mais que o suficiente para que Batman volte à ação, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos.
Após o drama de O Cavaleiro das Trevas, o filme voltou a surpreender à todos com o mesmo nível de ação e uma trama espetacular em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
Chegou a hora de dar adeus à trilogia de Christopher Nolan.
As expectativas foram ao máximo, já que o filme era muito esperado por causa do final do anterior, que deixou todos ansiosos. Mas estas expectativas foram supridas. Um final perfeito para a saga perfeita.
A trilha sonora épica também ajudou os 164 minutos de filme passarem rapidamente, e o drama feito na mixagem de som ajudou ainda mais. Talvez não haveria tanto tom épico se não fosse pelo som dramatizado por Hans Zimmer.
O filme tem seu novo vilão: Bane. Cruel e inevitável, já que tudo o que ele quer é guerra. E não, o vilão não deixou a desejar. Surpreendeu.
Indicado a vários prêmios e com ações solidárias em meio à desastres, toda a trilogia valeu à pena. Ainda vale.
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domingo, 2 de março de 2014
Guerra Mundial Z é recomendável somente para as pessoas que querem filmes que não mudam nada em suas vidas, mas que querem um pouco de ação e suspense. Afinal, um conto de zumbis não faz mal a ninguém. Será?
O filme de Marc Forster, inspirado no livro de Max Brooks e atuado pelo astro excepcional Brad Pitt não deixa à desejar. Ele mostra uma doença terrível que transforma os seres humanos em uma espécie de zumbi. O que surpreende é que o contágio é rápido demais, pois nesse filme, os zumbis são fortes, rápidos e destruidores. Adivinha o que acontece? O filme foi produzido nos EUA, logo a resposta é previsível: o governo americano (nossa, que surpresa!) recruta um investigador aposentado da Organização das Ações Unidas (ONU), para finalmente investigar o que está acontecendo, e buscar uma possível resposta. Mas o fato é que Gerry Lane (Brad Pitt), que foi contratado, queria ficar com sua família, o que acaba resultando em um conflito, pois teria que escolher entre o amor à pátria ou dedicar seu tempo à sua mulher e suas filhas. Escolheu a pátria. Afinal, protegendo a pátria, protegeria sua família também.
Gerry começa tentando entender o que estava acontecendo, procurando a fonte de tudo. Como tudo começou. Mas o que ele tinha que achar mesmo, é algo para conter totalmente ou em partes, essa contaminação antes que seja tarde demais, pois a cada segundo mais pessoas se transformam.Nessa corrida contra o tempo alucinante, há bastante ação, e quando não há ação, há suspense. O mistério deixa todos com ansiedade para saber do que se trata, e como isso acaba.
Dá a impressão que quanto mais o tempo passa, mais próximo o apocalipse zumbi estava perto. Quanto mais o tempo passa, mais gente se transforma, deixando tudo mais difícil.
Os efeitos especiais são incríveis, 3D bom, e as cenas não são tão sangrentas, o que faz a taixa etária diminuir, atendendo mais pessoas.
O filme cumpre o que promete, fazendo as duas horas passarem rapidamente, prendendo a atenção do telespectador.
P.S.: O final deixa algumas pontas soltas, o que deixa claro uma sequência, dirigida, desta vez, por Juan Antonio, já que o diretor anterior recusou fazer a sequência por razões desconhecidas.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Crítica escrita por: Yann de Oliveira.


Frozen - Uma Aventura Congelante é um filme de animação infantil que não foge dos padrões Disney. Com destaque à musica, que esteve muito presente no filme. Para as crianças e para quem gosta de musicais, isso não incomodou. Pelo contrário
Antes mesmo de começar o filme, o curta Hora de Viajar! conta com uma animação de Mickey e sua turma em mistura de animação antiga e animação 3D, em comemoração da empresa por ter completado seus belos 85 anos.
Quando Frozen - Uma Aventura Congelante começa, a história das irmãs Elsa e Anna é contada desde o início, quando ainda eram crianças. As duas se divertiam com o poder de Elsa, que podia fazer tudo virar gelo e neve. Mas algo acontece que elas não podem mais brincar.
Elsa não consegue controlar direito seus poderes e eles vêm ganhando mais força ao decorrer do tempo. Resultando à uma detenção, privando-se de qualquer pessoa. Até que chega o dia de sua coroação. Finalmente virará rainha.
Ela tenta novamente aproximar-se das pessoas, mas um novo acidente ocorre, fazendo-a fugir e ficar distante de todos.
Anna, não conformada, parte para a busca de sua irmã, para que finalmente voltem a viver juntas e arrume o problema causado por Elsa: ter deixado Arendell (seu reino) no frio eterno.
O filme conta com personagens adoráveis. Os Trolls, que são pedras falantes, o alce Sven, com personalidade própria, e o boneco de neve Olaf, fofinho e engraçadinho, dublado na versão brasileira por Fábio Porchat.
Destaco também a bela animação, que tem um 3D surpreendente, e as músicas que grudam na cabeça, principalmente a Livre Estou (Let it go), música principal cantada por Idina Menzel, Taryn Szpilman e, nos créditos, Demi Lovato.
O longa é muito bacana e pode agradar todos os tipos de públicos. Contém uma moral que envolve liberdade e também amor, pois somente ele pode aquecer até os corações mais frios.
Frozen - Uma Aventura Congelante além de ter uma história ótima e um curta ótimo, também tem uma cena pós-créditos bem legal. Vale o ingresso.


Frozen - Uma Aventura Congelante é um filme de animação infantil que não foge dos padrões Disney. Com destaque à musica, que esteve muito presente no filme. Para as crianças e para quem gosta de musicais, isso não incomodou. Pelo contrário Antes mesmo de começar o filme, o curta Hora de Viajar! conta com uma animação de Mickey e sua turma em mistura de animação antiga e animação 3D, em comemoração da empresa por ter completado seus belos 85 anos.
Quando Frozen - Uma Aventura Congelante começa, a história das irmãs Elsa e Anna é contada desde o início, quando ainda eram crianças. As duas se divertiam com o poder de Elsa, que podia fazer tudo virar gelo e neve. Mas algo acontece que elas não podem mais brincar.
Elsa não consegue controlar direito seus poderes e eles vêm ganhando mais força ao decorrer do tempo. Resultando à uma detenção, privando-se de qualquer pessoa. Até que chega o dia de sua coroação. Finalmente virará rainha.
Ela tenta novamente aproximar-se das pessoas, mas um novo acidente ocorre, fazendo-a fugir e ficar distante de todos.Anna, não conformada, parte para a busca de sua irmã, para que finalmente voltem a viver juntas e arrume o problema causado por Elsa: ter deixado Arendell (seu reino) no frio eterno.
O filme conta com personagens adoráveis. Os Trolls, que são pedras falantes, o alce Sven, com personalidade própria, e o boneco de neve Olaf, fofinho e engraçadinho, dublado na versão brasileira por Fábio Porchat.
Destaco também a bela animação, que tem um 3D surpreendente, e as músicas que grudam na cabeça, principalmente a Livre Estou (Let it go), música principal cantada por Idina Menzel, Taryn Szpilman e, nos créditos, Demi Lovato.
O longa é muito bacana e pode agradar todos os tipos de públicos. Contém uma moral que envolve liberdade e também amor, pois somente ele pode aquecer até os corações mais frios.
Frozen - Uma Aventura Congelante além de ter uma história ótima e um curta ótimo, também tem uma cena pós-créditos bem legal. Vale o ingresso.
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