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terça-feira, 1 de julho de 2014
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sábado, 29 de março de 2014
Por: Yann de Oliveira.
"Quando a decepção é profunda demais, alguém tem que pagar."
Leitores estão acostumados a ter a percepção de como é o livro com as partes magníficas e reveladoras, mas isso só começa depois da metade de Revenge - Treinamento para Vingança.
Jesse Lasky, roteteirista da série Revenge, escreveu esse livro com a mesma ideia da série, mas com um enredo diferente. Ele conta a história de Ava Winters, que acreditou em um homem que aparentemente era perfeito. O que ela não sabia, é que ele não era nada o que estava pensando. Ele simplesmente rouba tudo o que um dia foi dela: a vinícola Starling. Com raiva, Ava vai para Rebrun, onde conhece um sábio que treina mentalmente e fisicamente pessoas que tem sede de vingança.
Ainda em Rebrun, ela conhece mais quatro pessoas que também estão sendo treinadas, e ao longo do tempo, descobre-se que todas as vinganças estão interligadas. Esse é o ponto interessante.
Quem gosta de vingança, ou da série Revenge, não necessariamente vai amar o livro. Por mais que ele seja escrito por um dos roteiristas da série, tudo roda de uma maneira totalmente diferente.
Quem espera encontrar Emily Thorne, encontra, mas as aparições dela são rápidas. Muito rápidas.
O início dá-se em tantos mistérios, que o receio de descobrir todos pode ser grande. Pode. O modo de como os segredos são enrolados ou revelados pode diminuir o interesse. Por mais que o livro seja direto e rápido, as emoções que percebi que o escritor queria passar, não foram passadas devidamente. O suspense é legal, mas não espetacular.
Um ponto positivo foi a escolha de ser em 3ª pessoa. Isso foi aproveitado em vários momentos. A capa então... Muito bonita.
A partir da parte em que a vingança ao menos deveria começar, ela só ocorre em partes. Motivo? O final dá um gancho para um segundo livro. O momento era perfeito para o final e acabar de vez com tudo. Sem necessidade.
Revenge - Treinamento para Vingança não é ruim, mas também não é muito bom. Ele, como a série, traz algumas frases que devem ser anotadas pois dão um valor moral.
"Quando a decepção é profunda demais, alguém tem que pagar."
Leitores estão acostumados a ter a percepção de como é o livro com as partes magníficas e reveladoras, mas isso só começa depois da metade de Revenge - Treinamento para Vingança.
Jesse Lasky, roteteirista da série Revenge, escreveu esse livro com a mesma ideia da série, mas com um enredo diferente. Ele conta a história de Ava Winters, que acreditou em um homem que aparentemente era perfeito. O que ela não sabia, é que ele não era nada o que estava pensando. Ele simplesmente rouba tudo o que um dia foi dela: a vinícola Starling. Com raiva, Ava vai para Rebrun, onde conhece um sábio que treina mentalmente e fisicamente pessoas que tem sede de vingança.
Ainda em Rebrun, ela conhece mais quatro pessoas que também estão sendo treinadas, e ao longo do tempo, descobre-se que todas as vinganças estão interligadas. Esse é o ponto interessante.
Quem gosta de vingança, ou da série Revenge, não necessariamente vai amar o livro. Por mais que ele seja escrito por um dos roteiristas da série, tudo roda de uma maneira totalmente diferente.
Quem espera encontrar Emily Thorne, encontra, mas as aparições dela são rápidas. Muito rápidas.
O início dá-se em tantos mistérios, que o receio de descobrir todos pode ser grande. Pode. O modo de como os segredos são enrolados ou revelados pode diminuir o interesse. Por mais que o livro seja direto e rápido, as emoções que percebi que o escritor queria passar, não foram passadas devidamente. O suspense é legal, mas não espetacular.
Um ponto positivo foi a escolha de ser em 3ª pessoa. Isso foi aproveitado em vários momentos. A capa então... Muito bonita.
A partir da parte em que a vingança ao menos deveria começar, ela só ocorre em partes. Motivo? O final dá um gancho para um segundo livro. O momento era perfeito para o final e acabar de vez com tudo. Sem necessidade.
Revenge - Treinamento para Vingança não é ruim, mas também não é muito bom. Ele, como a série, traz algumas frases que devem ser anotadas pois dão um valor moral.
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Resenha escrita por: Yann de Oliveira.
Sinopse: Na Chicago
futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão
desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de
suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama –
e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão,
identidade e lealdade, política e amor.
Insurgente continua exatamente onde Divergente parou, o que é bom, já que não é necessário voltar ao primeiro livro para lembrar como ele acabou.
Insurgente é semelhante ao Divergente em relação à ação, emoção, romance e tudo mais, mas infelizmente há um sentimento que o livro está parado. Não há mais aquela sensação de estar lendo um segredo novo à cada página. Claro, tem muitos fatos a descobrir, mas não tanto quanto o livro anterior.
O que aconteceu foi, que de fato, a descrição de alguns fatos e sentimentos demoraram demais. A enrolação deixou a leitura cansativa em alguns momentos, mas nada que incomode o bastante, já que o livro é cercado de segredos e eles fazem o leitor não parar de ler.
Neste livro, percebe-se que Tris, personagem principal, está mudando internamente, o que pode ser bom ou ruim. Ela enfrenta o perigo e qualquer medo como se fosse muito forte, mas ao decorrer da narrativa é demonstrado que ela não é tão forte assim. Mas gosta de demonstrar o inverso. Esse é o ponto bom. O ponto ruim é que ela está sempre querendo ser muito independente em fatos que ela não consegue ser. Mas essa é a sua personalidade, isso que faz as coisas acontecerem no livro.
A parte do romance nesse livro não é tão mimimi como vários outros que li ultimamente. Tris e Tobias estão unidos como um time e aprendendo com os erros, mas o interessante é que o casal não tira o foco do livro. Eles são fortes e únicos. Nada de triângulo amoroso.
As lutas, a política, os segredos e outras questões que envolvem Tris e as facções, deixam o livro interessante o suficiente. Uma continuação extraodinária e satisfatória do Bestseller Internacional que moveu o mundo das distopias mais aclamadas da literatura mundial.
Em Insurgente aprendemos que não devemos confiar em ninguém, nem mesmo na pessoa que sempre esteve ao seu lado.
Desde Divergente é notável algumas pontas soltas sobre a luta entre as facções. Não há motivo notável. Mas ele é revelado ao final deste livro. O segundo livro da saga deixa uma enorme curiosidade para o terceiro e último. Convergente.
Sinopse: Na Chicago
futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão
desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de
suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama –
e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão,
identidade e lealdade, política e amor. Insurgente continua exatamente onde Divergente parou, o que é bom, já que não é necessário voltar ao primeiro livro para lembrar como ele acabou.
Insurgente é semelhante ao Divergente em relação à ação, emoção, romance e tudo mais, mas infelizmente há um sentimento que o livro está parado. Não há mais aquela sensação de estar lendo um segredo novo à cada página. Claro, tem muitos fatos a descobrir, mas não tanto quanto o livro anterior.
O que aconteceu foi, que de fato, a descrição de alguns fatos e sentimentos demoraram demais. A enrolação deixou a leitura cansativa em alguns momentos, mas nada que incomode o bastante, já que o livro é cercado de segredos e eles fazem o leitor não parar de ler.
Neste livro, percebe-se que Tris, personagem principal, está mudando internamente, o que pode ser bom ou ruim. Ela enfrenta o perigo e qualquer medo como se fosse muito forte, mas ao decorrer da narrativa é demonstrado que ela não é tão forte assim. Mas gosta de demonstrar o inverso. Esse é o ponto bom. O ponto ruim é que ela está sempre querendo ser muito independente em fatos que ela não consegue ser. Mas essa é a sua personalidade, isso que faz as coisas acontecerem no livro.
A parte do romance nesse livro não é tão mimimi como vários outros que li ultimamente. Tris e Tobias estão unidos como um time e aprendendo com os erros, mas o interessante é que o casal não tira o foco do livro. Eles são fortes e únicos. Nada de triângulo amoroso.
As lutas, a política, os segredos e outras questões que envolvem Tris e as facções, deixam o livro interessante o suficiente. Uma continuação extraodinária e satisfatória do Bestseller Internacional que moveu o mundo das distopias mais aclamadas da literatura mundial.
Em Insurgente aprendemos que não devemos confiar em ninguém, nem mesmo na pessoa que sempre esteve ao seu lado.
UMA ESCOLHA PODE TE DESTRUIRNa nossa vida, fazemos escolhas assim como Tris, que podem mudar tudo. A sua vida e a de todos ao redor. Mas a questão é: quais delas estão certas? Quais devemos escolher e seguir?
Desde Divergente é notável algumas pontas soltas sobre a luta entre as facções. Não há motivo notável. Mas ele é revelado ao final deste livro. O segundo livro da saga deixa uma enorme curiosidade para o terceiro e último. Convergente.
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domingo, 9 de fevereiro de 2014
Resenha escrita por: Yann de Oliveira.

A distopia de Veronica Roth é espetacular! Divergente pode começar no tédio, mas desde o início dá para perceber que será uma grande história. E é uma grande história.
Na Chicago futurista onde se passa o livro, todos que completam dezesseis anos devem fazer um teste de aptidão, para saber em que facção ela se encaixa, e no outro dia, deve escolher uma delas para passar o resto de suas vidas.
Há cinco facções: Abnegação, que prefere servir aos outros do que a si mesmo; Amizade, que valoriza a felicidade e a liberdade; Audácia, que usa a coragem acima de tudo; Erudição que é a facção dos inteligentes e Franqueza, que quer a verdade em qualquer circunstância.
A maioria continua com a mesma facção de suas famílias, mas para Beatrice, a decisão é muito mais difícil. Ela deverá decidir se fica com a família, ou ser quem ela é. Só uma das alternativas.
Beatrice, no teste de aptidão, descobre que não se encaixa em só uma facção, o que é extremamente raro. Ela é uma DIVERGENTE, e pode ameaçar todo o sistema.
Beatrice, que decidiu mudar seu nome para Tris, tem suas próprias ações e sentimentos sob quaisquer circunstâncias, não pode ser controlada.
Quem o sistema descobre que é DIVERGENTE, eles eliminam. Ser descoberta pode causar desastres, e Tris não pode deixar isso acontecer.
O livro contém bastante ação e uma pitada de romance da personagem principal com um rapaz de sua nova facção.
Só para ter uma noção, Divergente virou best-seller do The New York Times, chegando ao topo dos mais vendidos!
Fora que o livro também tem estreia marcada para as telonas: dia 18 de Abril, aqui no Brasil.
Ouve-se várias vezes que Divergente é igual ao Jogos Vorazes, mas a única semelhança é que os dois se passam em uma cidade futurística e distópica.
O livro é eletrizante. Passando da página 100, é impossível parar.
Há lutas, confrontos, guerra, decisões, traições, romances e principalmente consequências.
Divergente é uma das melhores distopias que existe. Quem lê, fica louco para comprar a sequência.

A distopia de Veronica Roth é espetacular! Divergente pode começar no tédio, mas desde o início dá para perceber que será uma grande história. E é uma grande história.
Na Chicago futurista onde se passa o livro, todos que completam dezesseis anos devem fazer um teste de aptidão, para saber em que facção ela se encaixa, e no outro dia, deve escolher uma delas para passar o resto de suas vidas.
Há cinco facções: Abnegação, que prefere servir aos outros do que a si mesmo; Amizade, que valoriza a felicidade e a liberdade; Audácia, que usa a coragem acima de tudo; Erudição que é a facção dos inteligentes e Franqueza, que quer a verdade em qualquer circunstância.
A maioria continua com a mesma facção de suas famílias, mas para Beatrice, a decisão é muito mais difícil. Ela deverá decidir se fica com a família, ou ser quem ela é. Só uma das alternativas.
![]() |
| As cinco facções. |
Beatrice, que decidiu mudar seu nome para Tris, tem suas próprias ações e sentimentos sob quaisquer circunstâncias, não pode ser controlada.
Quem o sistema descobre que é DIVERGENTE, eles eliminam. Ser descoberta pode causar desastres, e Tris não pode deixar isso acontecer.
O livro contém bastante ação e uma pitada de romance da personagem principal com um rapaz de sua nova facção.
Só para ter uma noção, Divergente virou best-seller do The New York Times, chegando ao topo dos mais vendidos!
Fora que o livro também tem estreia marcada para as telonas: dia 18 de Abril, aqui no Brasil.
Ouve-se várias vezes que Divergente é igual ao Jogos Vorazes, mas a única semelhança é que os dois se passam em uma cidade futurística e distópica.
UMA ESCOLHA PODE TE TRANSFORMAR!O segredo de Tris pode salvar vidas, mas também pode arruiná-las.
O livro é eletrizante. Passando da página 100, é impossível parar.
Há lutas, confrontos, guerra, decisões, traições, romances e principalmente consequências.
Divergente é uma das melhores distopias que existe. Quem lê, fica louco para comprar a sequência.
Trilogia Divergente: Divergente, Insurgente e Convergente.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
O Pequeno Príncipe, ou O principezinho (como é chamado em Portugal), foi escrito por Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, mas até hoje consegue dar uma lição de moral em todos os tipos de leitores.
As aquarelas do autor, ou apenas algumas delas que estão presentes no livro, são simples assim como a história. Algumas coloridas, outras em uma só cor, os desenhos ajudam a dar uma noção de como era o personagem de que é dito, e suas visitas surreais.
O narrador conta a sua experiência de conhecer um viajante do espaço, que morava em um asteroide chamado pelas pessoas grandes de B 612, mas por um motivo, resolveu viajar por outros seis asteroides, todos habitados por uma só pessoa.O menino conheceu um rei que achava que mandava em tudo, um vaidoso que achava que tudo admirava-o, um bêbado que bebia para esquecer sua vergonha, um empresário que estava sempre ocupado com coisas sem importância, um acendedor de lampiões que sempre seguia "o regulamento", e um geógrafo que não tinha exploradores, dando uma dica ao principezinho: uma viajem à Terra.
O menino também contou que largara em seu asteroide uma flor vaidosa, e que ele não parava de pensar nela. Também como conheceu a Terra, uma serpente, as rosas, uma raposa, um manobreiro e um vendedor. Todas as histórias com simbolismos.O livro denominado infantil, serve para todas as idades. Uma criança obviamente não vai entender metade do que o livro quer passar, pois ele passa o tempo todo criticando a transformação de uma pessoa adulta, esquecendo os verdadeiros valores de uma criança, entregando-nos a uma vida com preocupações e solidões.
O Pequeno Príncipe com certeza é uma marco literário. Quem leu, com certeza quer voltar a viver como uma criança que já foi, e que é possível voltar a ser uma.
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